Bananada 2005
De 20 a 22 de maio.
Local confirmado: Martim Cererê.
Não fui nas outras edições, mas acho que o Martim é o melhor local. Podem falar que o evento está acima da capacidade do MC, mas não adianta: lá é o LUGAR, o AMBIENTE. Lá tem todo o clima. E, segundo muitos já me disseram, o Jóquei tinha mais espaço, mas o local era horroroso.
Quanto à segurança do Martim, é aquele negócio que o Brandão fala: só resolve mesmo se os organizadores (Monstro Discos e CyberGoiás, principalmente) contratarem pessoal para fazer a segurança do lado de fora. O Martim não é o único lugar onde se quebram vidros de carros para furtar som ou por puro vandalismo. Esses dias, na porta da minha casa, em plena luz do dia, quebraram o vidro do carro do meu cunhado.
Esse negócio de sair por aí reclamando dos quebra-quebras só faz difamar o Martim Cererê, que é hoje o único espaço que vive em função do entretenimento jovem. O ideal é que houvesse segurança por parte do poder público e blá blá blá. Mas, além dos condomínios horizontais, me responde: em que parte dessa cidade há segurança?
Acho que analisando o assunto com carinho, os organizadores dos shows poderiam encontrar uma solução viável. Nem que fosse aumentando em R$ 1 o valor do ingresso. Não entendo patavinas de produção de eventos, mas acredito que pela média de público em festivais como o Bananada , um real a mais por ingresso rende dinheiro para contratar segurança de sobra.

2 Comments:
Olá Paola!
Parabéns para você, muito sucesso, felicidades e realizações ao longo da sua vida. Feliz Aniversário e que Deus a abençõe sempre.
O pouco que nos conhecemos são pelas informações trocadas nos blogs, mas temos amigos em comum que fazem ótimos comentários sobre você.
É engraçado, mas já pude perceber algumas coisas em comum com vocÊ. Por exemplo, amo Escarpan, odeio tênis, sou rotulada pelos que não me conhecem direito como paty, mas odeio pois sou da ralação mesmo. Gosto muito e entendo bem de política, moda, beleza, comportamento e ainda por cima somos amiga da Andrea Regis e da Lucimeire. Quer afinidade maior? Ah, já ia me esquecendo, não abrimos mão de sermos feminina.
Mas, em relação a Bananada, fui em 2 edições anteriores. No ano passado amei, vieram bandas dos E.U.A, de tudo quanto é canto do Brasil , fora as daqui. Só acho uma pena a banda Magnólia nunca estar dentro. Um amigo meu é guitarrista dela, toca pra caramba, chega a lembrar Jimmi Hendrix. O festival é legal porque é muito respeitado no Brasil todo, chegando inclusive a ser colocado como o melhor festival de rock independente do país. Aliás, ele é mais respeitado lá fora que aqui. O legal é que ele é bem na época da pecuária. Isso mostra o quanto os goianienses estão saturados do rótulo de caipira, brega e sertanejo. É uma opção a mais para quem odeia tudo isso. Pena que o municipio e o Estado injetam tanto dinheiro para eventos que divulgam esse estilo brega de ser (sertanejo e afins) e não investem em eventos de outros gêneros.
Quanto ao espaço, o jóquei suportou bem as outras edições, mas acho legal transferir para o Martin Cererê, isso contribui para que seja melhor divulgado. Fui vizinha do Martin Cererê por 4 anos e lá sempre foi abandonado à mercê da bandidagem, aliás, qual lugar nesse mundo não acontece roubos? Mas quem sabe agora com shows de cantores da elite goianiense acontecendo lá, a segurança não melhora?
Acho que foi no segundo dia do Bananada, houve um tumulto geral. Os shows começaram pelo palco principal, mas as bandas que tocaram lá logo fizeram com que o incidente fosse relevado. Tve até um cara que cantou aquela música horrpivel "durmindo na praça, dormi na praça, durmo na praça, seilá, aquela do Bruno e Marroni, mas foi legal. As bandas de Sampa deram um show no ano passado. Mas sei que esse ano será a vez dos goianos. Estou na expectativa, quem sabe a República da moda não vai lá fazer cobertura juntamente com o Rosapunk?
Um abraço.
Káttia Daniel
Estou na expectativa e
6:10 PM
.
8:23 PM
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